Querida cidade – Live de lançamento na Record
“Querida cidade”, de Antônio Torres | Décio Torres Cruz
Artigo de 4 de setembro de 2021 na revista Incomunidade, por Décio Torres Cruz: “Querida cidade”, de Antônio Torres.
Abaixo a cópia em PDF, que você pode ver em outra aba clicando em Querida cidade, por Décio Cruz na revista Incomunidade.
Querida_cidade_Antonio_Torres_Decio_Torres_CruzAC Encontros Literários: Live com ANTÔNIO TORRES
Na estreia de nosso novo ciclo de lives, “AC ENCONTROS LITERÁRIOS”, nosso colunista César Manzolillo do canal Literatura recebe Antônio Torres, escritor e imortal da Academia Brasileira de Letras. Antônio, que atualmente ocupa a cadeira que já pertenceu a Machado de Assis, Jorge Amado e Zélia Gattai na ABL, nos contou um pouco de sua vida acadêmica e apresentou seu novo livro lançado esse ano: Querida cidade. Confira também a nossa entrevista exclusiva em AC Encontros literários com o imortal Antônio Torres.
‘Enquanto vivo você estiver, faça a sua parte. Ou seja, escreva’ – Correio 24h
Siga o link para o artigo original: ‘Enquanto vivo você estiver, faça a sua parte. Ou seja, escreva’
Abaixo o mesmo artigo em PDF (que você pode ver em tamanho original em outra aba clicando aqui)
correio_24h_11092021Meu Amigo Canibal: Live com Daniel Munduruku
Uma leitura da obra Um Cão Uivando para a Lua, por Célia Brito
Trabalho de doutorado desenvolvido pela Profa. Dra. Célia Brito, Universidade Federal do Pará, em 1997.
Você pode visualizar o documento em uma aba separada clicando em: Análise de Um Cão Uivando para a Lua, por Célia Brito.
DOUTORADO-ANÁLISE-DE-UM-CÃO-UIVANDO-PARA-LUAAs gavetas nunca estiveram vazias: ditadura militar, escrita e resistência em Essa Terra
Artigo publicado na revista Entrelaces V. 10 Nº 22 – out/dez 2020 – Universidade Federal do Ceará – UFC
Por Vanusia Amorin Pereira dos Santos e Susana Souto Silva – Instituto Federal de Alagoas (IFAL) e Universidade Federal de Alagoas
Resumo
No final do século passado, parte da crítica literária se dedicou a avaliar a produção publicada nos anos da ditadura militar, debatendo sobre o modo como alguns autores reagiram – em suas obras – à censura e à repressão. Constataram que, à época, a literatura foi um dos meios para divulgar as atrocidades e evitar silêncios impostos, sendo o maior desafio publicar obras críticas à ordem política sem enveredar pelo maniqueísmo. Considerando o passado histórico e o momento presente, este trabalho demonstra como Torres transformou um tempo histórico em ficção, mais especificamente analisa a obra Essa Terra, e quais elementos estéticos foram usados na transfiguração do real em ficção. Seguiremos Bosi (1996;2002) e suas ideias sobra narrativas de resistência, bem como autores que abordam a relação livros e ditadura militar, como Pellegrini (1996) e Reimão (2011), dentre outros. Concluímos que Torres se opôs às forças ditatoriais, transformando em arte literária a tensão entre indivíduos e sociedade, de modo que criação e representação dialogassem entre si, superando assim os muros da política e refletindo sobre o literário.
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Veja o artigo incorporado abaixo:
gavetas_nunca_estiveram_vazias_ditadura_militar_escrita_resistencia_essa_terra_antonio_torres_vanusia_amorinThe Land – Wikipedia
You can see the original article on Wikipedia: The Land (Torres Novel)
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The_Land_Torres_novel-11UMA REGIÃO DA MEMÓRIA: ESPAÇO E IDENTIDADE NA TRILOGIA DO JUNCO, DE ANTÔNIO TORRES
Abaixo está o artigo em PDF que você pode ver ampliado clicando aqui – Uma Região da Memória: Espaço e Identidade na Trilogia do Junco, de Antônio Torres por Lucas Mateus Mariz de Andrade e André Pessaro Pelinser da UFRN UFRN – Artigo publicado na revista Versalete, da Universidade Federal do Paraná.
Uma-região-da-memória-espaço-e-identidade-na-trilogia-de-Antônio-Torres